sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Serve outro?

26 de janeiro de 2009; algum lugar da curicica:

Entro na farmácia. Preciso comprar anti-alérgicos. Dirijo-me ao caixa onde uma atendente esta ao telefone. Com um gesto simpático pede que eu espere, confirmo com a cabeça. Olho brevemente ao redor, logo atrás de mim, arrumando uma prateleira se encontra um funcionário da loja, iremos chamá-lo de Rodney para proteger sua real identidade.

No mesmo momento que percebi a presença de Rodney vi que uma mulher entrou no recinto, ela se dirigiu aos produtos de perfumaria. Tudo aconteceu muito rápido, olhando para frente vi um espelho, pelo espelho vi que sorrateiramente a mulher, que chamaremos de Rodneya, ia na direção de Rodney.

A atende acabou com o telefone e fiz meu pedido, ela foi pegar o remédio e eu continuei olhando, Rodneya falou algo bem baixinho para Rodney. Nesse momento uma qualidade de Rodney se fez presente, a falta de discrição:

-Ô Seu Zé! Tem aquele supositório aí?

Atentem ao detalhe que ele disse isso em uma altura extremamente necessária, porém se o ouvinte estivesse a 1km de distancia. Seu Zé, como pude perceber, estava a 2 metros dele.

- Qual??

- Aquele pra dor!

- Tem não! Ta em falta!

Rodney se vira para Rodneya e diz no mesmo tom de voz:

- Tem não, serve a pomada? Temos um creminho bom também, quer ver?

Rodneya respondeu timidamente que não com um movimento de cabeça, saiu da loja quase que correndo. Pude reparar que ela estava de uma coloração avermelhada surpreendente.

Meu remédio chegou, a atendente estava tentando prender um sorriso. Peguei o remédio, paguei em fui embora.



Moral da historia:

Remédios pra alergias são tão caros que até minha glote se sentiu mal por fechar em determinados momentos.

3 comentários:

Arth disse...

HauhuhuhuahauhuahuhuHUAHUA

Ainda bem que minhas alergias não são assim..

Pedro disse...

kkkkkkkkkkkkkkk







Só pra esclarecer..

Eu não era o Rodney

Arth disse...

Sei...
Suspeito...