domingo, 20 de julho de 2008

O crime não compensa.

Sexta feira, 18 de julho de 08.
Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, RJ.

João foi o ultimo a chegar ao lugar marcado, preocupado em como voltar depois de gastar seu dinheiro no veiculo de transporte publico (ônibus). Ao encontrar os outros dois elementos, Arthur e Geraldito, o papo rolou solto. O objetivo era desfrutar de um festival internacional de animação, o anima mundi.

As filas para comprar os ingressos estavam enormes. O grupo dirigiu-se a uma lanchonete fast-food, os indivíduos que atendiam pela alcunha de Arthur e Geraldito comeram. O grupo volta para o local do festival. Aproximadamente 15:32 adentram a sala de apresentação onde seria exibido algumas das animações que concorriam no festival.

A sala estava vazia, os primeiros vídeos não eram animados e talvez até um pouco constrangedores por isso o grupo não manifestou nenhuma reação exagerada. Porem por volta de 16:00 um grupo de alunos da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro entrou na sala de exibição motivando o individuo identificado como João a começar a proferir sons esquisitos. Com o passar do tempo, tanto os alunos quanto João, começaram a se animar e fazer movimentos mais bruscos. Uma das professoras responsáveis pela turma resolveu os tira-los do local aparentemente temendo que o lugar fosse depredado.

Após a turma sair João mostrou sua indignação pelo ato da professora, Arthur concordou com Pedro. Os vídeos continuaram e João admitiu que tinha vontade de destruir uma das poltronas arrancando o numero que indica o assento. Geraldito partiu em defesa da poltrona e da boa educação alertando a João que isso não seria legal. Arthur concordou com João novamente e tentou ele mesmo arrancar o numero da poltrona a sua frente.

Os vídeos continuaram e o linguajar peculiar das amostras chamaram a atenção dos presentes. João e Geraldito, que esqueceu a boa educação, comentavam e ridicularizavam as animações em voz alta atraindo assim alguns olhares de repreensão do resto da platéia.

Finalmente os vídeos acabaram, porem antes de sair Pedro mostrou a seus dois acompanhantes o que tinha feito: o lugar que antes estava o numero da poltrona 10H agora estava vazio. Em meio a gargalhadas os 3 conferiram que a placa de ferro indicando o numero da poltrona estava agora nas mãos de Pedro.

Diante destes fatos fica evidente a culpa de João e seus comparsas neste crime asqueroso.
Como pena desta delinqüência os 3 ganharam horas de gargalhadas e por ter tido uma participação mais direta e comprometedora João ainda teve, alem das risadas, que escolher entre 2 empregos.

Que fique a lição.


OBS:(João é um nome fictício usado pra proteger a verdadeira identidade do Pedro)

3 comentários:

Pedro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Arth disse...

Fique bem claro q o Arthur n arrancou o numero da poltrona, já que esse estava colado com superbond...
O que n impediu o João/Pedro...
Da proxima vez arranco até a cadeira, quem sabe assim n me ligam sem ao menos eu mandar curriculo...

Vanessa disse...

Olha venho aki agradecer...
mas conhecendo o personagem principal (Pedro) sei que ele não vai ligar a mínima por ter tido sua identidade revelada.
Agora que ironia....
esse munda ta mesmo todo errado..
será q se eu sair por ai depredando bens públicos tb vou conseguir emprego?